O Bandeira Municipal foi alterada. Atualmente ele estampa o novo Brasão Municipal.

 

 

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O Projeto de Lei nº 05/09 de 18 de fevereiro de 2009 alterou a Lei nº 13/90 de 18 de junho de 1990, que instituiu o Brasão da Cidade. A nova lei modernizou o Brasão Municipal o adequando às características e estilização tradicionais do padrão heráldico.

 

O Brasão Antigo, instituído pela lei nº 13/90, estava fora do estilo tradicionalmente aceito, visto que, o mesmo nada mais era do que uma improvisação, ou seja, recorte da bandeira municipal.

Brasão Antigo:

 

 

 

Na modernização do Brasão, foram preservados alguns elementos, pois, condizem com o referencial histórico de Simão Dias.

 

Elementos que foram preservados

 

No atual antigo (lei nº 13/90) o brasão está dividido em duas partes: 

Na parte inferior encontram-se três elementos importantes, ou seja, o café, o boi, e o algodão. 

O Café e o algodão representam a produção economicamente predominante, quando Simão Dias foi emancipado. 

Na parte superior, encontra-se um horizonte formado por Serras, céu azul e palmeiras imperiais. Esse cenário apresenta elementos típicos do ecossistema de Simão Dias e que identificam o município. 

 

O novo Brasão

 

 

 

 

A proposta do novo Brasão reformula o antigo, utilizando o padrão heráldico, aprimorando e preservando elementos presentes no antigo.

 

 

Coroa Mural

 

 

A coroa mural é o elemento que representa e distingue, se a localidade é um município, vila, ou capital. Conforme a classificação abaixo:

 

 

Apenas para Município, Capital de Estado

 

 

 

 

Os ramos

 

 

Os ramos no brasão atual estão na parte inferior, enquanto o padrão é dispô-los ao redor do brasão. A proposta caminha no sentido de preservar os elementos antigos, ou seja, café e algodão.

 

Foram dados a sugestão de inserir o milho ou o gado no Brasão atual. Mas isso não faria nenhum sentido, visto que, o Brasão é um elemento que visa preservar elementos históricos, logo, não faz sentido trazer elementos contemporâneos, ou que tratem do momento, político, econômico e social da atualidade. O café e o algodão eram as culturas predominantes no período da emancipação. Um exemplo: No Brasão do Município de São Paulo temos um braço de bandeirante e não desenhos de arranha-céus e fábricas.

 

 

Brasão do Município de São Paulo, capital do Estado de São Paulo

 

 

Por que preservar esses elementos?

 

 

Simão Dias passou da categoria de Vila para a de Cidade, em 12 de Junho de 1890, por Decreto do Presidente do Estado, Felisbelo Freire, sob o argumento de que a mesma possuía uma grande população — 10.984 pessoas, um comércio próspero, uma estrada de ferro que ligava a referida Vila a Aracaju, bem como, a existência de uma comarca recém criada. Com base nesses argumentos, a Vila foi emancipada do município de Lagarto. A estrada de ferro, que serviu como uns dos argumentos para a emancipação política da antiga Vila, jamais foi concluída, restando hoje, algumas escavações e bases de pontes por onde passaria as linhas férreas, que permanecem abandonadas em fazendas da região. Felisbelo Freire era uma liderança estadual do movimento republicano, e as lideranças políticas sertanejas eram simpáticas ao movimento republicano, principalmente os criadores de gado. Os grandes fazendeiros tinham simpatia pelo movimento republicano, pois tinham uma organização econômica que não dependia da mão-de-obra escrava. No litoral sergipano, onde predominava a produção açucareira era predominante, havia um movimento conservador e monarquista que visava preservar o império e o escravismo. Por esse motivo, após a proclamação da República em 1889, já em 1890, Simão Dias se torna município, logo após Felisbelo Freire, líder republicano, assumir o governo. A estrada de ferro que serviria de argumento para a emancipação de Simão Dias visava escoar a produção cafeeira e de algodão. Por esse motivo, esses elementos, “café e algodão”, devem permanecer no nosso brasão, pois, remetem à nossa emancipação. Por esse motivo, apesar de Simão Dias ser hoje um grande produtor de milho, não é aconselhável incluí-lo no novo brasão, visto que esse elemento não tem uma ligação direta como referencial histórico que ensejou a emancipação política. Trata-se de uma cultura agrícola predominante na atualidade e que pode permanecer ou não como o nosso principal produto agrícola. Temos que considerar que há duas décadas o gado, e o feijão tinham uma preponderância sobre o milho.

 

O referencial histórico deve predominar na definição de elementos que compõem os símbolos municipais. Por exemplo: o Brasão da capital paulista tem em seu brasão um braço de um bandeirante, ao invés de arranha-céus e fábricas.

 

As palmeiras e serras

 

As palmeiras e serras, ao fundo, permanecerão compondo o atual brasão, visto que são elementos paisagísticos intrínsecos do município. As palmeiras e as serras sempre foram elementos que identificam Simão Dias. Durante muitas décadas as palmeiras imperiais compuseram um belíssimo conjunto com os Casarios antigos na Praça Barão de Santa Rosa. Esse conjunto contribuiu para dar a Praça da Matriz o reconhecimento de uma das mais belas praças dos municípios do interior sergipano.

 

O vaqueiro

 

Uma inovação no novo Brasão é a substituição da figura do “boi” pela figura do “vaqueiro”. O boi é, sem dúvida, um elemento importante, mas a sua importância na nossa formação histórica não sobrepõe à do vaqueiro Simão Dias. Por esse motivo considerou-se relevante à substituição.

 

A faixa

 

O brasão passará a conter uma faixa com o nome do município “Simão Dias”, o que identificará com clareza a que município pertence.

 

A autoria

 

A idéia, concepção e autoria do novo Brasão é resultado de trabalho de pesquisa de Marcelo Domingos de Souza (historiador e Secretário Municipal de Educação e Cultura) e Marcos Domingos de Souza (Secretário Municipal de Administração), bem como, desenho e composição gráfica.

 

 

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O nome do município é uma homenagem a Simão Dias, figura histórica que desde a emancipação política teve seu nome envolvido em calorosos debates sobre a sua real participação na origem da povoação. O município se originou como como conseqüência da invasão holandesa em Sergipe, pois com a eminência de uma ocupação o governo geral ordenou que o gado fosse evacuado. No entanto Braz Rabelo, latifundiário das terras de Itabaiana decidiu que o gado, ao invés de ser evacuado para além da margem sul do Rio Real, fosse escondido nas matas do Caiçá.A região, onde hoje está a cidade, era povoação de índios que habitavam as margens do Rio Caiçá. Este hoje banha a cidade totalmente poluído. A emancipação veio com a República por decreto de Felisberto Freire quando exercia o mandato de presidente do Estado de Sergipe, o que equivaleria a Governador de Estado atualmente. Este, um dos primeiros historiadores sergipanos, defendeu a origem histórica do vaqueiro afirmando em seu livro “História de Sergipe” que:

 
 
 
“Os terrenos onde está edificada hoje (1891) a Vila de Simão Dias foram doadas a Simão Dias Fontes, Cristóvão Dias e Agostinho da Costa” (FREIRE: 1997, p. 322).
 
 
O mesmo baseava a sua informação em estudos que demonstravam a existência de um homem chamado de Simão Dias Fontes, que juntamente com Cristóvão Dias e Agostinho Costa solicitaram sesmarias ao governo real nos anos de 1599, 1602 e 1607. O primeiro povoador também era conhecido como Simão Dias Francês.
 
No entanto com passar dos anos personalidades locais começaram a questionar a existência do referido povoador, levantado suspeitas sobre existência do mesmo. O grande defensor dessa tese foi o Padre João de Matos Carvalho que na intenção de Homenagear o Comendador Cel. Sebastião da Fonseca Andrade, mais conhecido com Barão de Santa Rosa, bem com à sua esposa resolveu desqualificar a tese defendida por Felisberto Freire. O padre tinha parentesco com a esposa do comendador e valeu-se de uma poderosa retórica, como também de várias controvérsias sobre a figura do vaqueiro Simão Dias. Esse debate está relatado no livro com título “Simão Dias ou Anápolis? Resenha histórica de sua fundação” publicado em 1912. Nesse livro ele levanta a tese de que na verdade o município se originou do esforço de Ana Francisca de Menezes, pois a mesma dou as terras onde hoje está edificada a Matriz de Santana. Nesse mesmo local, no passado, foi edificada uma capela onde daria origem à freguesia, posteriormente a Vila e por fim o Município. Sob esses argumentos o município teve então seu nome alterado em 25 de outubro de 1912, passando a se chamar “Anápolis” , como homenagem à Ana Francisca de Menezes e Ana Freire de Carvalho, esposa do Barão.
 
 
 
No entanto, os debates continuaram acalorados. Felisberto Freire, bem como vários intelectuais sergipanos e simãodienses defenderam com veemência o nome do Vaqueiro Simão Dias, como o primeiro povoador. O questão seria revista durante o Estado Novo, quando após a criação do IBGE por Getúlio Vargas, ficou vedada a existência de cidades com o mesmo nome no território Nacional. Como existia um município goiano com esse nome, e mais antigo, a Anápolis sergipana teve que voltar a se chamar Simão Dias, pelo decreto Lei nº 533, de 7 de dezembro de 1944.
 
 
Texto escrito por: Marcelo Domingos de Souza
Licenciado em História pela Universidade Federal de Sergipe - UFS

 

 A Estatua do Vaqueiro Simão Dias

Apesar da Estátua ter sido assentada durante a gestão do Prefeito José Matos Valadares, é preciso dar o mérito a quem de fato, projetou o monumento: Trata-se de meu amigo Alexandre Barreto Junior. Vou relatar sucintamente o que acompanhei!

Alexandre Junior conheceu as obras do artista plástico ZEUS em exposições em Aracaju, aliás, Junior tem até algumas obras do artista em sua residência. Conhecedor da capacidade do artista, viu em certa ocasião duas esculturas de cavalos, que decoravam a entrada do Resort Boa Luz em Laranjeiras. Como as esculturas eram de grande porte, veio a ideia de produzir uma estátua do vaqueiro. Então fez a solicitação ao Grupo Votorantin que tinha uma fábrica no município (a fábrica foi vendida para Cal Trevo), que acabou aceitando a proposta e fazendo a doação da estátua. Logo, é bom frisar que a estátua é uma doação do Grupo Votorantin.

 

Durante a fase de construção da estátua, estive no atelier do artista a convite de Alexandre Barreto Junior, na companhia de Geraldo Prata e Denisson Déda. Naquele momento, começava a fase mais complexa, pois praticamente o cavalo estava pronto, mas o artista estava idealizando como seria a figura do vaqueiro. É claro que é difícil imaginar como seria a vestimenta e os traços característicos de um vaqueiro do século XVI e XVII. Logo, nos baseamos em imagens mais contemporâneas de um vaqueiro. A imagem acima que ilustra a capa do livro de Carvalho Déda foi uma inspiração, além de outras imagens de vaqueiros locais. Foi pensado de que forma o vaqueiro deveria estar posicionado sobre o cavalo, e o artista ouviu propostas e fez as anotações para prosseguir no trabalho. Depois de pronta o artista permaneceu com a obra por quase um ano, até que o prefeito municipal resolvesse assentar a estátua.

Infelizmente a obra foi assentada sem uma solenidade. Havia uma ideia de Alexandre Junior de colocar no local da obra uma cápsula do tempo, para registro do acontecimento. A proposta era colocar documentos e objetos dentro de uma cápsula para ser aberta após um século. Seria uma forma de deixar marcas históricas para futuras gerações, mas infelizmente isso não foi realizado. 

A estátua virou um monumento conhecido e famoso da cidade, e de certa forma deixa vivo na memória dos munícipes a figura histórica e mitológica do vaqueiro que deu origem à cidade.

 

Texto de Marcelo Domingos de Souza

 

  

 

 

 

  

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As mudanças políticas em Simão Dias - O motor da história em ação

Ao analisarmos o fracasso eleitoral de um dos agrupamentos políticos mais tradicionais de nossa cidade, podemos observar uma máxima que a história nos revela: “você pode ser hegemônico e poderoso por muito tempo, mas jamais o tempo todo”. Derrotas e vitórias são comuns...

 

 

 

História de Simão Dias

O local onde está edificada a cidade de Simão Dias foi, no passado, uma povoação de índios fugitivos das expedições colonizadoras do Governador do Norte, Luis de Brito e Almeida. Esses índios se estabeleceram nas matas da margens do Rio Caiça....

 

 

Quem foi o vaqueiro Simão Dias?

O nome do município é uma homenagem a Simão Dias, figura histórica que desde a emancipação política teve seu nome envolvido em calorosos debates sobre a sua real participação na origem da povoação....

 

 

 

O Brasão do Município de Simão Dias

O Projeto de Lei nº 05/09 de 18 de fevereiro de 2009 alterou a Lei nº 13/90 de 18 de junho de 1990, que instituiu o Brasão da Cidade. A nova lei modernizou o Brasão Municipal o adequando às características e estilização tradicionais do padrão heráldico

 

 

Fotos Antigas e mudanças no padrão arquitetônico da cidade

 

A cidade de Simão Dias, vem ao longo dos anos sofrendo bruscas mudanças no Padrão Arquitetônico das casas, imóveis e ruas. Segue abaixo algumas fotos antigas que servem como referência das mudanças ocorridas nos últimos anos.

 

 

 

 
O local onde está edificada a cidade de Simão Dias foi, no passado, uma povoação de índios fugitivos das expedições colonizadoras do Governador do Norte, Luis de Brito e Almeida. Esses índios se estabeleceram nas matas da margens do Rio Caiça.

As terras do município constituem um relevo acidentado devido à presença de um conjunto de serras, com altitudes que oscilam entre 200 a 750 metros. Isso favorece a existência de uma vegetação menos vulnerável a estiagens típicas do sertão. As zonas de terras entre Simão Dias e Paripiranga, município da Bahia, são formadas por terrenos acidentados, onde é possível verificar a existência de matas fechadas, devido à impossibilidade de cultivo de cereais e pastagens. Nessa mesma zona, existem inúmeros sítios onde se cultivam árvores frutíferas e culturas de subsistência.

Esse relevo proporcionou aos índios que primeiro povoaram essa região um verdadeiro oásis, frente ao sertão. Daí a origem das diversas denominações que constam em documentos históricos, como: “Matas de Simão Dias”, “Matas do Coité” ou “Matas do Caiçá”. Com a invasão holandesa em Sergipe, surge a determinação de conduzir os rebanhos até as margens do Rio Real. No entanto Braz Rabelo, proprietário baiano, que possuía rebanhos nas terras da atual Itabaiana, decide esconder seus rebanhos nas terras das matas à beira do Rio Caiçá. Desse episódio é que surgirá a figura histórica do vaqueiro Simão Dias, responsável pela condução do gado e pelo surgimento das primeiras instalações que daria origem à cidade Simão Dias passou da categoria de Vila para a de Cidade, em 12 de Junho de 1890, por decreto do presidente do Estado Felisbelo Freire, sob o argumento que a mesma possuía uma grande população — 10.984 pessoas, um comércio próspero, uma estrada de ferro que ligava a referida Vila a Aracaju, bem como, a existência de uma comarca recém criada. Com base nesses argumentos a Vila foi emancipada do município de Lagarto. A estrada de ferro, que serviu como uns dos argumentos para a emancipação política da antiga Vila, jamais foi concluída, restando hoje, algumas escavações e bases de pontes por onde passaria as linhas férreas, que permanecem abandonadas em fazendas da região.

O nome do município é uma homenagem ao colono que remonta aos primeiros tempos da ocupação do território sergipano. Trata-se de Simão Dias Francês, que nos anos de 1599, 1602 e 1607, juntamente com Cristóvão Dias e Agostinho da Costa, através de requerimento, solicitaram a concessão de sesmarias na região. O último requerimento, do qual o códice está no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, solicita “três léguas de terra em quadro” nas terras devolutas de Itabaiana,, para a criação de gado. Felisbelo Freire que além de presidente do estado foi também historiador afirma:

 

“Os terrenos onde está edificada hoje (1891) a Vila de Simão Dias foram doadas a Simão Dias Fontes, Cristóvão Dias e Agostinho da Costa”.(FREIRE: 1997, p..322).

 

 

 

No entanto a tese sustentada pelo historiador Felisbelo Freire foi alvo de contestação pelo Pe. João de Matos Carvalho, que tinha a intenção de homenagear o Comendador Sebastião da Fonseca Andrade (Barão de Santa Rosa) pela construção do templo da atual matriz de Santana. O Pe. João de Matos se aproveitou das contradições encontradas nas várias teses sobre a origem da povoação, pois os documentos históricos que falavam de Simão Dias, em cartas de doação de sesmarias, possuem sobrenomes diversificados, além de solicitarem sesmarias em períodos diferentes. Diante disso, para o Padre João de Matos Carvalho, havia a possibilidade de existir dois personagens históricos com o mesmo nome. Na intenção de provocar controvérsias e enfraquecer a tese de Felisbelo Freire, ele publicou uma obra intitulada “Matas de Simão Dias”, na qual defende veemente a tese de que a cidade teria se originado graças à doação de sua ancestral Ana Francisca Menezes. O objetivo era levantar a dúvida sobre a versão histórica, bem como, menosprezar a figura do vaqueiro e enaltecer a figura da sua ancestral, doadora das terras onde foi edificada a primeira capela que originou a freguesia de Santana de Simão Dias.

 

 

 

Antes de ter “status” de vila, o atual município foi constituído como Freguesia, pela Lei de 6 de fevereiro de 1835, desmembrando-se da Freguesia de Lagarto. A capela que motivou a sua criação data de 1655, conforme defende historiadores. No entanto o único documento antigo sobre o assunto é de 1784. Devido ao progresso da Freguesia o governo da Província baixou em 15 de março de 1850, o decreto que elevou à categoria de vila com o nome de Senhora Sant’Ana de Simão Dias.

 

Assim, o município de Simão Dias, teve essa denominação desde a condição de freguesia e vila. Mas o nome que homenageava o seu primeiro povoador permaneceu pouco tempo, pois o intento do Pe. João de Matos Freire de Carvalho foi alcançado, e em 25 de outubro de 1912, a cidade passaria a ser denominada como Anápolis, pelo Decreto Lei de n° 621. Após muitas controvérsias e reações, principalmente da imprensa, o nome de Simão Dias foi restabelecido pelo Decreto Lei n° 533, de 7 de dezembro de 1944, favorecido pela determinação do Governo Federal, do então Getúlio Vargas, que aprovou o plano do IBGE, coibindo a coincidência de municípios com mesma denominação. Como existia um município goiano com o mesmo nome, e mais antigo, a Anápolis sergipana teve que modificar o nome.

Quanto à política, o município simãodiense teve uma longa fase de domínio oligárquico, aonde o poder local era exclusivo aos grandes proprietários rurais. A práticas coronelistas estiveram presentes nessa fase, sendo possível verificar resquícios do coronelismo até os dias de hoje. No entanto a partir da década de 1930, é que começa a decadência dos grandes proprietários na política local, devido às mudanças ocorridas em decorrência da revolução, bem como, o fenômeno populista desenvolvido a partir da década de 40.

 

Por Marcelo Domingos de Souza 

Licenciado em História - Universidade Federal de Sergipe

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